quinta-feira, 2 de setembro de 2010
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Blog dos alunos matriculados na disciplina Saberes Necessários à docência, do curso de Licenciatura em Educação Física, da Universidade do Estado da Bahia (Campus IV / Jacobina).
:)
ResponderExcluirToda criança tem o direito a proteção a vida e a saúde.
ResponderExcluirEu louvei,eu quis tudo de bom pra nós, foi que eu qis um mundo bem melhor,agora só falta pra gente fazer acontecer,um lugar onde a gente viva em paz.
Onde a desigualdade tenha fim,eu louvei,para as crianças da minha terra não morram de fome(bis).
Se você abrir seu coração e ouvi vai saber que tem que acontecer e se cumprir a redenção tarda mais ha de vingar a justiça tenho ainda na esperança.
A desigualdade tenha fim,eu louvei,para as crianças da minha terra não morram de fome(bis).
ADÃO NEGRO(BANDA DE REGUE)
ResponderExcluirToda criança tem o direito a proteção a vida e a saúde.
ResponderExcluirEu louvei,eu quis tudo de bom pra nós, foi que eu qis um mundo bem melhor,agora só falta pra gente fazer acontecer,um lugar onde a gente viva em paz.
Onde a desigualdade tenha fim,eu louvei,para as crianças da minha terra não morram de fome(bis).
Se você abrir seu coração e ouvi vai saber que tem que acontecer e se cumprir a redenção tarda mais ha de vingar a justiça tenho ainda na esperança.
A desigualdade tenha fim,eu louvei,para as crianças da minha terra não morram de fome(bis).
3 de setembro de 2010 05:07
Turma 2009 disse...
ADÃO NEGRO(BANDA DE Rague)
Ediluza...
"só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos" Antoine de Saint-Exupery
ResponderExcluirOia para Edileuza... virando bloggeira... rsrs
estava pensando...
ResponderExcluir"puta merda... ainda falta subir um bucado..." mas sem perder a pose... rsrsr
eita que saudades do PIco do Jaraguar e da galera junta,...
ResponderExcluireita dia
CADE MINHAS FOTOS? huhuhu
ResponderExcluirSonho Impossível
ResponderExcluirMaria Bethânia
Composição: J.Darion / M.Leigh / Ruy Guerra
Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão